Ao adotar a estética e a fonte do “Brat” em suas redes sociais, a campanha de Kamala Harris demonstra que está sintonizada com as tendências culturais e busca atrair o apoio dos eleitores que se identificam com esse espírito “brat” – aqueles que são um pouco bagunceiros, gostam de festa e não têm medo de dizer o que pensam.
A relação entre música e política nem sempre é evidente, mas, em alguns casos, pode ser uma estratégia eficaz para conquistar a simpatia do eleitorado. Afinal, a cultura pop tem a capacidade de se conectar com as pessoas em um nível emocional e representar aspirações coletivas.
Ao alinhar sua campanha com o álbum “Brat”, Kamala Harris demonstra que entende o poder da música e da cultura pop em moldar a percepção pública. Ela sabe que, para alcançar os eleitores mais jovens, é preciso falar a linguagem deles e se conectar com suas referências culturais.
A geração Z e os millennials têm demonstrado um engajamento político cada vez maior, especialmente nas últimas eleições nos EUA. Esses jovens eleitores buscam candidatos que representem suas aspirações e valores, e não apenas velhas políticas tradicionais.
Ao adotar a estética e a mensagem do “Brat”, Kamala Harris sinaliza que está sintonizada com essa demanda por uma política mais autêntica e representativa. Ela busca conquistar o apoio desses jovens eleitores, que podem ser decisivos para sua provável candidatura à presidência.
A conexão entre o álbum “Brat” de Charli XCX e a campanha de Kamala Harris nos EUA é um exemplo fascinante de como a música e a cultura pop podem influenciar a política contemporânea. Ao se alinhar com essa tendência cultural, a vice-presidente demonstra que está sintonizada com as aspirações de uma nova geração de eleitores, que buscam uma política mais autêntica e representativa.