De acordo com as investigações, o principal suspeito pelo crime é Kauan Veras, de 19 anos, ex-namorado de Bárbara. A polícia aponta que Kauan havia agredido Bárbara dias antes de ela ser morta, deixando-a com hematomas no rosto. Essa agressão anterior e o fim do relacionamento são os principais indícios de que o crime foi motivado pela condição de gênero da vítima, caracterizando um feminicídio.
Na madrugada do crime, a polícia foi acionada por uma chamada relatando uma provável agressão na rua onde Bárbara morava. Ao chegar no local, os policiais encontraram a porta da residência destrancada e encontraram Bárbara já ferida, coberta por um lençol ensanguentado. Apesar dos esforços dos socorristas, a jovem não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no hospital.
A história de Bárbara é trágica e nos lembra que precisamos ficar atentos a sinais de violência em relacionamentos e denunciar qualquer tipo de agressão. É crucial promover a conscientização sobre a violência de gênero e oferecer suporte a vítimas, para evitar que mais mulheres tenham o mesmo destino de Bárbara.
Espero que as autoridades possam encontrar o responsável por esse crime e que Bárbara possa descansar em paz. Meus sentimentos à família e amigos neste momento tão difícil.
A morte de Bárbara Petermann Schack é um lembrete doloroso de que a violência de gênero ainda é um problema grave em nossa sociedade. Precisamos continuar trabalhando para criar um mundo mais seguro e justo para todas as mulheres. Que a memória de Bárbara nos inspire a lutar pela igualdade e pelo fim do feminicídio.